Antidumping contra aço chinês: medidas entram em vigor em 18/02 com taxas de até US$ 670

O cenário siderúrgico brasileiro sofreu uma mudança decisiva em 18 de fevereiro de 2026. Com a publicação da resolução do Gecex-Camex no Diário Oficial da União, as medidas de defesa comercial contra o aço chinês passaram a valer oficialmente, trazendo sobretaxas pesadas que visam equilibrar a competição com a indústria brasileira e beneficiar gigantes como a Usiminas e a CSN.

O que mudou na prática?

A resolução foca em produtos estratégicos que vinham sofrendo com a concorrência desleal. O impacto financeiro nas importações é imediato e significativo:

  • Laminados Planos (Aço Carbono): As sobretaxas recaem por tonelada, variando de US$ 322,93 a US$ 670,02.
  • Aços Revestidos: A medida atinge laminados galvanizados (exceto ondulados) e revestidos de alumínio ou alumínio-zinco.

Prazo: O direito antidumping foi aplicado com uma validade de 5 anos.

Até mesmo produtos médicos, como agulhas hipodérmicas (compostas por cânulas de aço inoxidável), entraram na lista de proteção, reforçando o rigor do governo contra práticas de preços artificiais.

O Equilíbrio contra o Preço Artificial

O “dumping” ocorre quando um país exporta produtos a preços inferiores aos de custo ou praticados em seu mercado interno, geralmente através de subsídios. Com a taxação iniciada em 18/02, o governo brasileiro busca neutralizar essa vantagem artificial da China, protegendo a sustentabilidade das usinas nacionais e os empregos do setor. Conforme sinalizado pelo governo, o país permanece atento a outros setores que possam apresentar ameaças de concorrência desleal.

Oportunidade de Ouro para a Indústria Nacional

Com o mercado agora resguardado por essas tarifas, a responsabilidade recai sobre as siderúrgicas brasileiras. Este período de cinco anos deve ser visto como uma janela crítica para investimentos em eficiência e logística. O mercado interno terá uma redução na oferta de aço importado a baixo custo, o que exige que as usinas locais entreguem não apenas o material, mas serviços agregados e agilidade. O objetivo é garantir que a indústria transformadora — como a automotiva e a de construção — não perca competitividade devido ao natural ajuste de custos da matéria-prima.

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Análise por: Bubuyog
Fontes:Reuters, Money Times e Jornal O TEMPO (18/02/2026).

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